Arquitectura interna de um microprocessador Fevereiro 14, 2009
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Barramento Interno
Os barramentos internos ou vias internas interligam os diversos componentes do microprocessador, conduzindo dados e endereços.
Unidade Lógica e Aritmética
Unidade Lógica e Aritmética – ALU: implementa as operações lógicas (NOT,AND, OR, XOR) e aritméticas (geralmente adição, subtração, multiplicação, divisão, dependendo do microprocessador). Em geral, o resultado de uma operação é armazenado no acumulador.
Registos
Registos: corresponde a uma memória local rápida do microprocessador, destinada ao armazenamento de dados e instruções.
Unidade de controlo
Unidade de Controle – UC: Todos as funções de um microprocessador são controladas pela UC. Ela retira cada instrução da memória (operação de busca ou “fetch”), interpretando-a (operação chamada de decodificação), fornecendo os sinais de controle necessários à sua execução.
Barramento de Dados
Barramento de Dados: é um barramento bidirecional, que permite a movimentação de dados entre os diversos componentes num sistema microprocessado: microprocessador, memória e dispositivos de entrada e saída de dados. Os sinais que controlam o tráfego de informações são fornecidos pelo barramento de controle. A largura do barramento de dados depende do processador, podendo ser de 8, 16, 32 ou 64 bits, e corresponde à quantidade de bits que podem ser transferidas em paralelo.
Barramento de Endereços
Barramento de Endereços: é um barramento unidirecional, que permite a seleção de uma posição de memória ou dispositivo de entrada e saída por parte do processador. O número de bits presentes no barramento de endereços determina o espaço de endereçamento de memória e/ou entrada e saída,
Arquitectura RISC
Reduced Instruction Set Computer ou Computador com um Conjunto Reduzido de Instruções (RISC), é uma linha de arquitetura de computadores que favorece um conjunto simples e pequeno de instruções que levam aproximadamente a mesma quantidade de tempo para serem executadas. A maioria dos microprocessadores modernos são RISCs, por exemplo DEC Alpha, SPARC, MIPS, e PowerPC. O tipo de microprocessador mais largamente usado em desktops, o x86, é mais CISC do que RISC, embora chips mais novos traduzam instruções x86 baseadas em arquitetura CISC em formas baseadas em arquitetura RISC mais simples, utilizando prioridade de execução.
Arquitectura CISC
CISC (sigla para Complex Instruction Set Computer, ou, em uma tradução literal, “Computador com um Conjunto Complexo de Instruções”): é um uma linha de arquitectura de processadores capaz de executar centenas de instruções complexas diferentes sendo, assim, extremamente versátil.
Microprocessadores Fevereiro 5, 2009
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O que são microprocessadores
O microprocessador ou CPU (Central Processing Unit), é um dos principais componentes de um computador, pois é este que realiza os cálculos e faz os processamentos necessários.
Os microprocessadores não são apenas usados por computadores mas também para muitos outros componentes que nos rodeiam diariamente, por exemplo: frigorífico, calculadoras.
O porquê da sigla CPU (Central Processing Unit):
- Central – centro do processamento de um computador.
- Processing – processa todos os dados do computador.
- Unit – é um só circuito integrado.
Vídeo sobre como se fabrica um microprocessador
Historia dos microprocessadores
Embora as primeiras gerações de computadores tivessem obtido grande sucesso nas décadas de 50 e 60, apresentavam alguns inconvenientes: o tamanho e a velocidade. Um impacto tecnológico viria a reduzir as dimensões dos computadores ao mesmo tempo em que os tornariam mais rápidos: o surgimento dos microprocessadores.
Um microprocessador é um circuito integrado (“chip”) capaz de executar instruções, tendo com sua principal parte a Unidade Central de Processamento (CPU). Com o avanço tecnológico na área da microelectrônica, outras características vêm sendo incorporadas ao longo das últimas décadas aos microprocessadores, como unidades de processamento de memória, memória cache, coprocessador numérico, etc, tornando-os cada vez mais complexos.
A origem dos microprocessadores data de 1971, quando a Intel Corporation lançou no mercado o microprocessador 4004, denominado originalmente como “calculadora em um único chip”, podendo ser considerado como o primeiro processador de propósito geral. Possuía em torno de 3.000 transístores e logo surgiram aplicações para ele. A partir desta nova tecnologia surgiriam as calculadoras mais modernas, os computadores pessoais (PC), as “workstations”, e actualmente os microprocessadores vêm derrubando a última fronteira na área dos computadores: os “mainframes”.
Vídeo, em espanhol, sobre a história dos microprocessadores da Intel.
Funcionamento de um microprocessador
No nosso dia-a-dia nos deparamos com inúmeras aplicações de microprocessadores, sendo que na maioria das vezes de forma desapercebida.
Pode-se citar, apenas a título de exemplo: o relógio digital/despertador, calculadoras, alarmes anti-furto de residências e automóveis, o controle de injeção de combustível em automóveis, os eletrodomésticos como microondas e máquinas de lavar-louças, videocassetes, etc. Também não podemos deixar de mencionar os microcomputadores, hoje presentes não só no ambiente de trabalho (escritórios e linhas de produção), mas também em muitas residências.
Arquitectura de um microprocessador
Um Microprocessador é a parte principal de um microcomputador e a sua principal responsabilidade é executar instruções, que em última análise controlam todas as suas partes. Ele possui duas unidades básicas: a Unidade Lógica Aritmética (ULA), responsável pela realização das operações lógicas e aritméticas, e a Unidade de Controle (UC), responsável pela decodificação e execução das instruções, fornecendo os sinais de temporização adequados para as diversas partes do processador e do próprio computador
Fonte: http://pinga.eep.br/~mblanco/microprocessador.pdf
Motherboard Dezembro 6, 2008
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Uma motherboard é o principal componente de um computador no qual são ligados todos os componentes. As placas de expansão de memória e as placas de I/O, podem ser instaladas na placa – mãe através dos conectores do barramento

Passos necessários para a correcta alteração de componentes num computador Dezembro 5, 2008
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Devemos sempre antes de trabalhar com qualquer componente ler as instruções que acompanham o componente, para algumas placas, é necessário instalar drivers, devemos sempre instalar a placa e depois as drivers, as placas devem ser sempre colocadas com cuidado.
Os computadores mais recentes têm vários tipos de encaixe para componentes e devemos sempre verificar com cuidado qual a adequada à placa que pretende instalar ou substituir.
As entradas não ocupadas estão bloqueadas por uma chapa metálica, devemos sempre remover com cuiadado para não estragar se necessário, se um cabo bloqueia o acesso à ranhura que pretende usar, mova-o de posição com cuidado.
Verificar se não existem problemas eléctricos.
Adoptar por precauções contra a electricidade estática, para eliminar o risco de estragar algum componente do computador.
Placa de som Dezembro 2, 2008
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Placa de som
As placas de som são dispositivos responsáveis por reproduzir o áudio gerado em seu computador.
Características de uma placa de som
As placas de som são constituídas por dispositivos com um ou mais chips responsáveis pelo processamento e emissão do áudio gerado pelas aplicações. Para que isso seja possível nos computadores, é necessário trabalhar com sinais sonoros digitais. É neste ponto que entra em cena os conversores denominados ADC (Analog-to-Digital Converter – Conversor Analógico-Digital) e DAC (Digital-to-Analog Converter – Conversor Digital-Analógico).
Ao ADC (também conhecido como Conversor A/D) cabe a tarefa de digitalização dos sinais sonoros. A placa de som recebe esses sinais de um dispositivo externo, por exemplo, um microfone ou um instrumento musical. O som oriundo desses dispositivos é disponibilizado por sinais analógicos. Todavia, os computadores só trabalham com informações digitais, sendo necessário, portanto, fazer uma conversão de analógico para digital. É exatamente isso que o ADC faz.
Para ouvirmos o som emitido pelos computadores, conectamos à placa de som caixas acústicas ou fones de ouvido. Para o áudio chegar até os nossos ouvidos por esses dispositivos, é necessário fazer outra conversão: a de sinais digitais (isto é, os sinai
Conexões
As placas de som podem ter vários tipos de conexões, tudo depende do modelo e da finalidade de uso do dispositivo. A lista abaixo mostra os tipos de conexão mais comuns:
- MIC: entrada para microfone;
- Line-In: entrada para conectar aparelhos sonoros, como um rádio, por exemplo;
- Line-Out: entrada para conectar caixas de som ou fone de ouvido;
- Speaker: nesta entrada, pode-se ligar caixas de som sem amplificação;
- Joystick/MIDI: entrada para ligar joystick (controle para jogos) ou instrumentos MIDI;
- SPDIF: entrada para conexão de aparelhos externos.

Placa de video Novembro 25, 2008
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O que é uma placa de video:
A placa de video ou placa gráfica pode ser um dispositivo interno ou externo no qual é responsável por enviar as imagens processadas no computador para o monitor. Um monitor utiliza um conjunto de pontos organizados por linhas, a que chama-mos de pixels.
Configurações da placa de video:
Para alterar as configurações de video, siga os seguintes passos:
- Botão iniciar;
- Configurações;
- Painel de controlo;
- Video;
- No fim de concluidos os passos anteriores surgirá a seguinte janela:

- Podemos configurar varias propriedades de video, por exemplo resolução, cores, tipos de protecção de ecrâ, efeitos, etc.

- Taxa de refrescamentoDefine quão rápido é “varrido” o ecrã do monitor. Quanto mais alto for o valor da refresh rate, mais estável ficará a imagem.
- Como a imagem vai para o monitor
Para o computador enviar as imagens para o monitor, é necessário passar por 3 fases. Na primeira, o processador envia os dados ao barramento usado pelo vídeo (ISA, PCI ou AGP). Estes dados chegam ao chipset da placa de vídeo e lá são processados. Na fase seguinte, o chipset envia os dados processados para a memória do vídeo, para guardar a imagem que será mostrada no monitor. Na terceira fase, a imagem é transmitida para o conversor digital/analógico (DAC – Digital Analog Converter), que converterá os dados da imagem (até em então em formato digital) para um formato analógico, suportado pelo monitor. Este, por sua vez, recebe as imagens do DAC.
